quinta-feira, 23 de março de 2017

Receita: Ponteira de Lápis Minion

Quem não assistiu  Meu Malvado Favorito e não se encantou com estes seres multicelulares amarelos?!?

Os Minions são um sucesso entre adultos e crianças!

Uma excelente lembrancinha de aniversário são as ponteiras de lápis, práticas, funcionais e muito fofas, fazem a alegria da criançada!



RECEITA por Thaissya Ribeiro

Linhas Utilizadas:
Esterlina 5 nas cores amarelo, azul
e preto
Cléa 1000 na cor Cinza
Agulha: 1,25mm
Olhinhos: 9mm


PONTEIRA:
Cor amarelo
01: 6PB no anel mágico
02: 1AUM X 6 [12]
03: (1PB, 1AUM) X 6 [18]
04: (2PB, 1AUM) X6 [24]
05: 24PB [24]
Troca cor: preto
6-7: 24PB [24]
Troca cor: Amarelo
8-12: 24PB [24]
Encher a ponteira
13: (2PB,1DIM) X6 [18]
14: (1PB, 1DIM) X6 [12]
Troca cor: Azul
15-24: 12PB [12]
Troca cor: preto
25-26: 12PB [12]
Finalizar com um PBX

ÓCULOS:
Cor Cinza:
01: 6PB no anel mágico
02: 1AUM X6 [12]
03: (1PB, 1AUM) X6 [18]
Finalizar com 2 PBX



Costurar o óculos escondendo a emenda das cores (amarelo e preto) colar olhinho e fazer o cabelinho.





















quinta-feira, 16 de março de 2017

Yarn Bombing

Yarn Bombing ou Bombardeio de fios é o nome dado ao movimento urbano de crocheteiras que "revestem" a paisagem urbana  com fios e linhas de maneira lúdica e divertida, sem agredir o meio ambiente.





Tudo começou com Magda Sayeg, norte americana de Houston, Texas, em 2005, quando teve a ideia de cobrir a maçaneta da porta de sua boutique com tricô, chamando atenção do público, além do esperado. Desde então, ela passou a interferir nos espaços urbanos, sejam eles naturais ou não.


Não demorou muito e a ideia de Magda Sayeg se espalhou por outros países como Canadá, Holanda, Grã Bretanha, Suécia, China, entre outros.




Essa espécie de grafite de fios tem como objetivo chamar a atenção para os espaços urbanos nos ajudando a percebê-los, seja para ressaltar sua beleza, seja para apontar seus erros ou defeitos. Pode assim ser visto também como um pedido de ajuda às autoridades em busca de uma sociedade melhor.

Por isso é possível observar intervenções em postes, monumentos, árvores, cercas, muros e até em rachaduras de calçadas, gritando por um pedido de socorro.






O Yarn Bombing é totalmente artesanal. 
Para que aconteça é necessário o envolvimento de muitas pessoas. 
Além disso envolve uma cultura que faz parte da sociedade a tempos, o crochê e o tricô.

Desta forma, por mais que seja uma intervenção perecível, temporária, ela envolve sentimentos, ela aquece!




Um exemplo desse envolvimento do Yarn Bombing foi a execução do Ônibus na Cidade do México.

Foi uma intervenção grandiosa. 
Sob o comando de Magda Sayeg, contou com a colaboração de dezenas de voluntários e centenas de novelos, levando uma semana para ser finalizado.










No Brasil já é possível observar o Movimento em algumas cidades como Curitiba e São Paulo, onde crocheteiras preocupadas com um mundo mais humano, transformam os espaços públicos em ambientes divertidos, coloridos, chamando a atenção para o que temos de melhor, que é a convivência em uma sociedade voltada para o coletivo e para a natureza!

Vamos enfeitar nossa cidade!

quinta-feira, 9 de março de 2017

Receita Olho Grego


O olho grego simboliza a sorte, a energia positiva, a limpeza, a saúde, a luz, a paz, a proteção, bem como o olhar divino que protege as pessoas contra os males e a inveja. Excelente objeto decorativo para se ter em casa e atrair sempre boas energias.                              


RECEITA por Thaissya Ribeiro


Receita Olho Grego:
Linha Duna, agulha 3,50mm Tamanho da peça: 11cm aprox  Cores: preto, azul claro, branco e azul escuro.        





CÍRCULO (fazer 2x)

Cor preta:
CAR 1: 6PB no anel mágico
CAR 2: 6AUM [12]
CAR 3: 1PB,1AUM x 6 [18]
CAR 4: 1PB, 1AUM, (2PB,1AUM)x5, 1PB [24]
Troca cor (azul claro):
CAR 5: 3PB,1AUM x 6 [30]
CAR 6: 2PB,1AUM, (4PB,1AUM)x5, 2PB [36]
CAR 7: 5PB, 1AUM x 6 [42]
Troca de cor (branca):
CAR 8: 3PB, 1AUM, (6PB,1AUM)x5, 3PB [48]
CAR 9: 7PB, 1AUM x 6 [54]
CAR 10: 4PB, 1AUM, (8PB, 1AUM)x5, 4PB [60]

CAR 11: 9PB, 1AUM x6 [66]
CAR 12: 5PB, 1AUM, (10PB, 1AUM)x5, 5PB [72]
CAR 13: 11PB, 1AUM x 6 [78]
CAR 14: 6PB, 1AUM, (12PB, 1AUM) x 5, 6PB [84]

CAR 15: 84PB [84] - Crochetar esta carreira pela alça interna para fazer a dobra CAR 16: 84PB [84] - arrematar com 2PBX e deixar fio longo em uma das duas peças para costura.

OBS: para deixar a peça retinha, usar um papel cartão no diâmetro da peça de cada lado e colocar enchimento no meio.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Diferentes Técnicas de Crochê e Tricô


Crochê Tradicional


Crochê ou croché (em francês crochet) é uma espécie de artesanato feito com uma agulha especial, dotada de um gancho. Consiste em produzir um trançado semelhante ao de uma malha rendada.











Amigurumi (bicho de pelúcia feito de crochet  em japonês)

A criação de bonecos de crochê, teve origem no Japão nos anos 80, mas sua prática se popularizou em 2002 com a criação da Associação Japonesa de Amigurumi, quando a técnica já então contava com vários livros e revistas de passo-a-passo disponíveis em japonês. Com a popularização da cultura japonesa ao redor do mundo, o amigurumi também ficou conhecido em outros países, principalmente por meio de fóruns e blogs em que receitas são criadas e distribuídas muitas vezes gratuitamente.

O amigurumi é constituído de formas geométricas, geralmente com cabeça e tronco em forma de esferas e membros cilíndricos. O corpo enfatiza olhos e cabeças grandes, com tronco mediano e membros desproporcionalmente pequenos. Cabeças podem ou não conter narizes e boca, com grande variedade nos materiais que podem ser usados para os olhos.
Os tamanhos de um amigurumi pronto em sua maioria variam de 10 a 30cm, articulações feitas de arame são bastante utilizadas para que o boneco possa se manter em posições específicas. A técnica prevalece o uso de ponto baixo aliado ao anel mágico que evita o furo junto ao centro da esfera, reduções invisíveis usadas para manter a consistência do ponto impedindo que o recheio vaze.


Tricot  Tradicional

O tricô é uma técnica para entrelaçar o fio (de lã ou outra fibra têxtil) de forma organizada, criando-se assim um pano que, por suas características de textura e elasticidade, é chamado de malha de tricô ou simplesmente tricô.
Pode ser feito manualmente, com duas agulhas que, além de propiciar o entrelaçamento do fio (criando cada ponto), abrigam a malha de tricô já tecida. A técnica nasceu provavelmente no Egito onde o entrelaçamento era feito com a ajuda de ossos ou madeira.
O tricô pode também ser feito através de máquinas próprias chamadas de máquinas de tricô, o que também resulta num pano muito semelhante à malha manualmente tecida.







I-cord ou Tricotin 

 O I-cord ou Rabo de gato, trata-se de um tubo tricotado com três ou quatro pontos que pode ser feito em agulhas retas ou agulhas de pontas duplas. Pode ser usado como um cordão (para amarrar gorro infantil, alça de bolsa etc) ou no acabamento de trabalhos, nesse caso chama-se Applied ou Attached I-cord.




Apesar da popularidade que o I-cord ganhou com a tricoteira Elizabeth Zimmermann, trata-se uma técnica encontrada em antigos manuais ingleses de tricô, chamado Stay Lace ou Knitted Cord.








Tricot  sem agulhas





O tricô sem agulhas é uma técnica para entrelaçar os fios usando apenas os dedos e os braços, porém, reproduzindo os mesmos movimentos do Tricô com agulhas. 






Macramê

O Macramê é uma técnica de tecer fios que não utiliza nenhum tipo de maquinaria ou ferramenta. É uma forma de tecelagem manual. Trabalhando com os dedos, os fios vão se cruzando e ficam presos por nós, formando cruzamentos geométricos, franjas e uma infinidade de formas decorativas.

A palavra macramê significa "nó". Há versões que dizem que a palavra vem do árabe, outras do turco, outras ainda do francês. Mais provável é a origem do árabe migramah, que significa franja ornamental.
Foi difundida no mundo por marinheiros que utilizavam a técnica para criar objetos marítimos que permutavam nos locais onde desembarcavam.
Até hoje a arte de dar nós é muito apreciada pela habilidade do artesão e delicadeza do trabalho






Fontes: Textos Wikipédia e fotos pinterest

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Crochê na Decoração


Foi-se o tempo em que o crochet na decoração de nossas casas resumia-se às toalhas, tapetinhos e biquinhos de guardanapo.

Hoje o crochet modernizou-se e já é possível ser usado de forma inusitada, mantendo sua característica artesanal e personalizada.


Com o avanço da tecnologia já temos disponível no mercado diversos tipos de técnicas, materiais em diversas cores abrindo um leque de possibilidades.
Se para a maioria das pessoas o crochet lembra a casa da vovó, sendo usado de forma romântica e delicada, hoje é possível compor ambientes totalmente modernos, minimalistas com o uso da técnica do crochet.

Imagens: PINTEREST

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A Origem do Crochê

A palavra Crochet, de origem francesa, significa gancho, menção ao formato da agulha utilizada na confecção deste tipo de artesanato. 
A origem de tal técnica, no entanto, é desconhecida. 
Cogita-se que a secular arte possa ter vindo do Egito, da China, da Tunísia, das Arábias ou, até mesmo, do Peru. 
O que se sabe da história do crochê é a razão de sua expansão no continente europeu a partir do século 16.



Ensinada nos conventos, a arte predominantemente feminina se tornou um dos passatempos favoritos das damas das classes abastadas. 
Já no século 19, o crochê deu origem a uma verdadeira indústria em lugares como Irlanda, Inglaterra e França – um boom que se deve, em parte, à rainha Vitória, adepta da moda dos tecidos com esses bordados de cheios e vazios durante seu reinado.


Com a Primeira Guerra Mundial, o crochê entrou em declínio e caiu no esquecimento durante praticamente todo o século 20, ficando relegado a grupos seletos de entusiastas.

Hoje, o trabalho manual que não requer nada além de agulha, linha e treino, volta a fazer história e ganhar reconhecimento. Com a crescente valorização de tudo o que é artesanato, o crochê vem sendo redescoberto pelas novas gerações, adentrando lares espalhados pelo globo. 
FONTE: casavogue.globo.com/Design/2012/croche-em-casa-tendencia-em-paris.html




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Bem Vindos à Babushka Crochet

É com imensa alegria que inauguro este espaço da Babushka Crochet, um sonho que se torna realidade!




Desde muito pequena, mantive contato com trabalhos manuais, seja com minhas avós maternas, que me ensinaram a arte do crochê, seja com minha avó paterna, uma eximia Dona de Casa, seja com minha mãe. Minha mãe sempre gostou muito do artesanato e muito caprichosa, fazia bonecas de porcelana com primazia. Fizemos vários cursos juntas de pintura, ponto cruz, bordado, entre outros.

Depois que entrei na faculdade de Arquitetura, estes hobbys foram ficando de lado. Me formei, casei, tive duas filhas e nunca mais me aventurei nos trabalhos manuais, mas nunca deixei de admirar o artesanato, seja mineiro, mato-grossense, entre outros.

Em 2016, depois de 20 anos dedicados integralmente à arquitetura, decide dar um tempo... o que agora entendo como dar mais tempo à minha casa, minhas filhas, meu marido e o mais importante: a mim mesma!

Mas deixar de produzir nunca foi meu objetivo de vida, queria fazer algo que me desce acima de tudo liberdade para trabalhar, seja no tempo ou no espaço, algo que me permitisse estar mais presente em casa, com a família, sem deixar de estar de uma forma ou de outra no mercado de trabalho.

Sabia que meu caminho seria o artesanato, mas o que fazer diante de tantas possibilidades? Cerâmica, pintura, costura? Por intuição, peguei a linha e a agulha para relembrar dos pontos ensinados pela minha avó, Baba Maria. Busquei me atualizar, quando me deparei com a técnica dos amigurumis, o crochê 3D. Me apaixonei pela técnica, não consegui mais parar de fazer...e não há quem não goste das peças, seja criança ou adulto, impossível não se encantar pelos bichinhos e as várias possibilidades que nos dão.

E assim, experimentando novas idéias a partir do tradicional crochê da Baba, surgiu a Babushka Crochet, uma homenagem a quem me apresentou o crochê, Baba Maria, Babushka Taícia (minha bisavó) e minha mãe Valentina.

Hoje sei que nossa vida é composta de filhos, marido, casa, trabalho e acima de tudo nós mesmas, por isso este espaço está aberto para trocarmos figurinhas sobre tudo que nos cerca e nos interessa e assim somarmos experiências nessa caminhada.


Um beijo grande a todos, sejam bem vindos!!!